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A aplicação em Fundos Alternativos, como por exemplo Private Equity, Distressed Assets, Event Driven e outros, oferece benefícios consideráveis aos investidores que desejam diversificar o portfólio de investimentos.

Diferentemente daquilo que se imagina, esses ativos protegem o investidor de grandes variações no mercado por promoverem a diversificação e, consequentemente, a proteção da carteira.

Quer saber mais sobre os Fundos Alternativos?

Siga a leitura do artigo!

Afinal, o que é Private Equity?

Podemos definir Private Equity como o aporte de recursos em empresas já desenvolvidas, em processo de consolidação no mercado, para auxiliá-las a abrir capital, fundir-se ou para venda para outras grandes empresas

O principal objetivo das empresas que investem através de Private Equity é proporcionar o crescimento das organizações promissoras, colaborando para que elas entrem na lista de empresas disponíveis na Bolsa de Valores para compra e venda de ações.

A empresa que investe em Private Equity geralmente vende suas ações para outros investidores por preços bem mais elevados, ocasionando assim um lucro atrativo.

A principal diferença entre os Fundos de Private Equity e os Fundos de Ações está na forma de participação na empresa. Através de fundos de Private Equity, investidores costumam participar ativamente da gestão e administração das empresas, além de adicionar capital para a companhia.

No cenário atual, onde as taxas de juros permanecem em níveis bem baixos, esse tipo de aplicação tende a atrair os investidores que buscam retornos significativos, de 20% a 30% ao ano.

Os Fundos de Private Equity são fundos fechados, com prazo de duração normalmente superior a 5 anos. Desta forma, acabam sendo fundos direcionados a investidores que podem direcionar uma parcela de seus recursos para o longo prazo, já que a liquidez no mercado secundário desses ativos é muito baixa.

Conheça outros Fundos Alternativos de Investimento

Fundos Distressed

Os Distressed Assets são ativos que ganham cada vez mais destaque entre os investidores brasileiros, pois se beneficiam tanto das crises ou cenários de volatilidade quanto dos ciclos econômicos favoráveis.

Um Distressed Asset se define por um ativo depreciado, emitido por uma companhia que está passando por grandes dificuldades financeiras. Pelo fato da empresa em questão enfrentar problemas financeiros, o ativo irá desvalorizar. Dessa forma, um Distressed Asset pode ser uma boa oportunidade para compra quando o investidor acreditar que as dificuldades poderão ser superadas.

Considera-se a dívida “distressed” como os títulos, empréstimos e outras obrigações de empresas que já se encontram em Recuperação Judicial ou demonstram indicações de que a mesma pode recorrer a essa proteção legal ou a outras formas de renegociar suas obrigações.

Event Driven

O Event Driven é uma estratégia onde se busca capturar oportunidades em eventos corporativos, principalmente em fusões e aquisições, mais conhecidas em mercados desenvolvidos, como nos Estados Unidos e países europeus.

Quando o evento corporativo é anunciado, o gestor começa acompanhar todo desenvolvimento da operação, sejam os documentos publicados, seja o processo regulatório ou o processo de financiamento do comprador. Desta forma, eles analisam se o preço praticado no mercado está embutido o prêmio de risco para o fechamento da operação, e a partir disso, decidem se vale pena ou não entrar na operação.

Como o preço de compra já está definido, o risco deixa de ser de mercado e passa ser do sucesso ou não da aprovação. Quando a operação não é aprovada, a tendência é que a ação volte a negociar nos patamares de antes da anunciação do deal, ou seja, o gestor consegue prever tanto o quanto pode ganhar, quanto o quanto pode perder.

Desta forma, não operam de forma direcional, sendo essa uma estratégia bastante descorrelacionada e traz menor risco de cauda quando pensamos em uma carteira global de investimentos.

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