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Portofino Investimentos prepara IPO; Empresa gere R$ 4,7bi

Portofino Investimentos prepara IPO; Empresa gere R$ 4,7bi

A gestora Portofino Investimentos está na fase final de escolha do banco de investimentos para mandatar seu IPO em 2022. Com crescimento de 47% nos primeiros cinco meses de 2020, a empresa pretende encerrar o ano com R$ 7 bilhões sob gestão; e R$ 15 bilhões no ano que vem.

Atualmente, a Portofino gere R$ 4,7 bilhões, com 13 sócios e 250 famílias como clientes em todo Brasil e exterior, além de escritórios em São Paulo, Porto Alegre e NY.

Fundada em 2012, por Carolina Giovanella, o foco da gestora é nos clientes com patrimônio superior a R$ 5 milhões. Entre seus serviços, oferece um portfólio completo de gerenciamento de patrimônios: desde o planejamento financeiro e sucessório; gestão de investimentos; compensações fiscais; e uma série de outros serviços construídos para cada família.

Seja com remuneração no modelo performance ou percentuais sob o patrimônio total gerido, e Portofino reforça que “a transparência e devolução de rebates é fundamental para seu modelo, o que evita qualquer conflito de interesses na recomendação de ativos”. A fundadora, Carolina Giovanella, acrescenta: “Estamos aqui para proteger e ampliar o patrimônio de nossos clientes. Eles crescem e todos nós crescemos juntos”.

Mesmo durante a pandemia, a gestora está aumentando seu quadro de profissionais, graças a uma infraestrutura que permite que seus colaboradores trabalhem de qualquer lugar.

Para o segundo semestre de 2020, a gestora prepara o relançamento de sua marca com o objetivo de reforçar a sua presença no mercado global de Multi Family Office.

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Recorde histórico do ouro reflete a tensão do mercado com o dólar

Recorde histórico do ouro reflete a tensão do mercado com o dólar

Tradicionalmente considerado o porto seguro dos investidores, a cotação do ouro sobe conforme a gravidade das crises financeiras. Como os impactos do novo coronavírus na economia estão entre os mais fortes da história, não é de se surpreender que o valor do ouro esteja atingindo patamares históricos. A cotação do metal disparou, ultrapassou até mesmo o nível de 2011 e se aproximou dos 2 mil dólares a onça troy (31,1035 gramas) nos índices futuros. No final da manhã dessa segunda-feira, operava em alta de 2,05%, a 1.964,60 dólares a onça troy. A expectativa dos especialistas é que ela suba ainda mais. “As pessoas estão com receio do poder de compra do dinheiro, então estão comprando mais ativos físicos, como ouro, casa e ações de empresas”, diz Adriano Cantreva, sócio da Portofino Investimentos.

É impossível falar de ouro sem falar de dólar. Até o dólar se tornar a principal moeda do mundo, o ouro era o principal valor de transação, acompanhando a libra esterlina da potente Inglaterra, antes da Primeira Guerra Mundial. Com o fortalecimento da economia dos Estados Unidos no pós-guerra, o dólar substituiu o ouro e hoje é responsável por 80% de todas as transações mundiais. Por isso é natural e histórico que os investidores se refugiem no ouro quando a economia e a moeda americana não vão bem.

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Diversificar a cesta de ovos não basta, é preciso variar o galinheiro

Diversificar a cesta de ovos não basta, é preciso variar o galinheiro

“Diversificação” é lema mais velho que andar para frente no universo dos investimentos. Aquela velha história, “não coloque todos os ovos numa só cesta”.

Com a Selic na mínima histórica de 2,25% ao ano e apontando para baixo, no entanto, essa analogia famosa merece ser expandida. A necessidade de se expor a mais riscos em busca de ganhos potencialmente maiores exige, também, diversificar entre os galinheiros. Seja para mitigar perdas ou, no melhor dos casos, engordar o patrimônio ao longo dos anos.

“O Brasil representa 3% dos ativos globais”, conta Adriano Cantreva, sócio da Portofino Investimentos. “Mesmo que esteja diversificado no Brasil, existem os 97% de investimentos que você não tem acesso diretamente.”

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Diversificação deve visar também o exterior

Diversificação deve visar também o exterior

Diversificação é um antigo lema do universo dos investimentos. Com a taxa básica Selic na mínima histórica, aos 2,25% anuais, e com chance de seguir em queda, esse pensamento ganha ainda mais relevância. Na busca por ganhos potencialmente maiores, as fronteiras também podem ser testadas.

“O Brasil representa 3% dos ativos globais”, afirma Adriano Cantreva, sócio da Portofino Investimentos. “Mesmo que esteja diversificado no Brasil, existem os 97% de investimentos que você não tem acesso diretamente.”

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Portofino estuda aquisições de olho em IPO para 2022

Portofino estuda aquisições de olho em IPO para 2022

Na mão inversa, uma gestora de patrimônio que tem a ambição de fazer aquisições no segmento é a Portofino Investimentos. Criada em 2012 pelos irmãos Carolina e Enzo Giovanella, a empresa nasceu da base do single-family office que cuidava do dinheiro da família. Agora, a ambição é fazer voos mais altos.

“Pensando na reforma da regulação pela CVM, têm gestoras de patrimônio que ficaram muito pequenas e começam a não se pagar, a conta não fecha por causa das exigência regulatórias, há oportunidades de consolidação”, diz Carolina.

A ideia é fomentar o modelo de comissionamento baseado no patrimônio administrado do cliente, em vez do transacional, em que os assessores são remunerados pelos produtos que vendem. É esse o desenho da maioria dos escritórios de gestão de fortunas e a intenção é levá-lo para bolsos menores. Ela também vê a tendência de os próprios assessores independentes buscarem essa forma de atuação.

“Lá atrás eu sentia as dores quando fazia os investimentos da minha família, porque nos bancos e corretoras eu via o modelo conflitado”, diz Carolina. “Por mais boa intenção que tenha o gerente do banco ou o agente autônomo da corretora, o foco é em produto e se perde no que o cliente precisa.”

Com expansão dos ativos sob gestão em 47% nos primeiros cinco meses do ano, a R$ 4,7 bilhões, ela calcula fechar 2020 com R$ 7 bilhões e dobrar de tamanho até o fim de 2021. Outro passo que pretende dar é preparar o negócio para fazer uma oferta pública de ações (IPO) em 2022, afirma Carolina.

“Considerando que a Portofino quer seguir fazendo consolidação e dado o ritmo de crescimento, estou muito otimista e no processo de escolher um banco para mandatar.”

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