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Resumo de Imprensa: 19.10

Confira as principais notícias com a nossa marca e especialistas nos últimos dias.

Os planos ambiciosos da Portofino para o IPO
https://exame.com/mercados/os-planos-ambiciosos-da-portofino-para-o-ipo/

Dólar tem maior alta para setembro em 5 anos em mês marcado por temor fiscal; moeda sobe 40% em 2020
https://br.reuters.com/article/topNews/idBRKBN26L3MN-OBRTP

Dólar ronda estabilidade depois de intenso vaivém com noticiário fiscal
https://lta.reuters.com/article/dolar-abre-idLTAKBN26S1YF

Mercado Aguarda Pacote de Estímulos nos EUA – Entrevista ao Vivo com Adriano Cantreva
https://www.youtube.com/watch?v=7qyQfoDuDM4&t=4827s

Sucessão e muito mais: como Investir pensando nos filhos
https://spacemoney.com.br/dia-das-criancas-como-investir-pensando-nos-filhos/

Títulos do Tesouro Direto estão pagando juros maiores: vale a pena comprar?
https://www.cnnbrasil.com.br/business/2020/10/16/titulos-do-tesouro-direto-estao-pagando-juros-maiores-vale-a-pena-comprar

Ações dos bancos americanos na bolsa estão travadas
https://veja.abril.com.br/economia/acoes-dos-bancos-americanos-na-bolsa-estao-travadas/

Dólar fecha em queda, a R$ 5,23, após BC americano manter taxa de juros próximo a zero
https://oglobo.globo.com/economia/dolar-fecha-em-queda-r-523-apos-bc-americano-manter-taxa-de-juros-proximo-zero-24642565

Resumo de Imprensa – 25.09

Um resumo com as principais notícias da semana sobre o mercado, a visão dos nossos especialistas e nossa marca.

PORTOFINO MULTI FAMILY OFFICE
Esta foi uma semana muito especial, pois lançamos a nossa nova marca: Portofino Multi Family Office.

Mais que Investimentos, somos transparência, planejamento, relacionamento, customização. Somos uma família cuidando dos patrimônios de outras famílias como se fossem nossos! Pra gente, o que de fato importa é sempre fazer a coisa certa para você, nosso cliente e todas as famílias e empresas que confiam em nosso trabalho. A marca muda, mas potencializaremos os nossos valores para oferecer o melhor para você: ética, transparência, responsabilidade e resultados.

Clique aqui para conferir o nosso vídeo institucional e logo abaixo, algumas das principais matérias divulgadas durante a semana.

PORTOFINO MARCA ALTA DE 50% EM ATIVOS SOB GESTÃO E LANÇA NOVA MARCA
Último Instante (25.09)

PORTOFINO INVESTIMENTOS VIRA PORTOFINO MULTI FAMILY OFFICE E MIRA IPO
E-Investidor / O Estado de São Paulo (23.09)

DÓLAR RECUA E BOLSA SOBE EM MEIO A CENÁRIO INTERNACIONAL MENOS TENSO
Valor Econômico (25.09 às 05h01)

IBOVESPA SOBE COM EXTERIOR E POSIÇÃO DO BC SOBRE INFLAÇÃO
Valor Econômico (24.09 às 17h47)

IBOVESPA OPERA EM ALTA E MOVIMENTO DE AJUSTE
Valor Econômico (24.09)

MERCADOS PASSAM POR CORREÇÃO, BOLSA SOBE E DÓLAR CAI
Agência CMA (24.09)

DÓLAR FECHA EM QUEDA APÓS TER SUPERADO R$ 5,60 E BOLSA
O GLOBO (24.09)

Recorde histórico do ouro reflete a tensão do mercado com o dólar

Recorde histórico do ouro reflete a tensão do mercado com o dólar

Tradicionalmente considerado o porto seguro dos investidores, a cotação do ouro sobe conforme a gravidade das crises financeiras. Como os impactos do novo coronavírus na economia estão entre os mais fortes da história, não é de se surpreender que o valor do ouro esteja atingindo patamares históricos. A cotação do metal disparou, ultrapassou até mesmo o nível de 2011 e se aproximou dos 2 mil dólares a onça troy (31,1035 gramas) nos índices futuros. No final da manhã dessa segunda-feira, operava em alta de 2,05%, a 1.964,60 dólares a onça troy. A expectativa dos especialistas é que ela suba ainda mais. “As pessoas estão com receio do poder de compra do dinheiro, então estão comprando mais ativos físicos, como ouro, casa e ações de empresas”, diz Adriano Cantreva, sócio da Portofino Investimentos.

É impossível falar de ouro sem falar de dólar. Até o dólar se tornar a principal moeda do mundo, o ouro era o principal valor de transação, acompanhando a libra esterlina da potente Inglaterra, antes da Primeira Guerra Mundial. Com o fortalecimento da economia dos Estados Unidos no pós-guerra, o dólar substituiu o ouro e hoje é responsável por 80% de todas as transações mundiais. Por isso é natural e histórico que os investidores se refugiem no ouro quando a economia e a moeda americana não vão bem.

Para ler a reportagem completa, clique aqui.

Diversificar a cesta de ovos não basta, é preciso variar o galinheiro

Diversificar a cesta de ovos não basta, é preciso variar o galinheiro

“Diversificação” é lema mais velho que andar para frente no universo dos investimentos. Aquela velha história, “não coloque todos os ovos numa só cesta”.

Com a Selic na mínima histórica de 2,25% ao ano e apontando para baixo, no entanto, essa analogia famosa merece ser expandida. A necessidade de se expor a mais riscos em busca de ganhos potencialmente maiores exige, também, diversificar entre os galinheiros. Seja para mitigar perdas ou, no melhor dos casos, engordar o patrimônio ao longo dos anos.

“O Brasil representa 3% dos ativos globais”, conta Adriano Cantreva, sócio da Portofino Investimentos. “Mesmo que esteja diversificado no Brasil, existem os 97% de investimentos que você não tem acesso diretamente.”

Caso queira acessar a matéria diretamente no Valor Investe, clique aqui.

Diversificação deve visar também o exterior

Diversificação deve visar também o exterior

Diversificação é um antigo lema do universo dos investimentos. Com a taxa básica Selic na mínima histórica, aos 2,25% anuais, e com chance de seguir em queda, esse pensamento ganha ainda mais relevância. Na busca por ganhos potencialmente maiores, as fronteiras também podem ser testadas.

“O Brasil representa 3% dos ativos globais”, afirma Adriano Cantreva, sócio da Portofino Investimentos. “Mesmo que esteja diversificado no Brasil, existem os 97% de investimentos que você não tem acesso diretamente.”

Caso queira acessar a matéria diretamente no Valor, clique aqui.

Mercados globais se preocupam mais com Biden do que com Trump

Mercados globais se preocupam mais com Biden do que com Trump

Na tarde da quinta-feira, 9, o candidato democrata à presidência dos Estados Unidos, Joe Biden, favorito nas pesquisas, apresentou seu plano econômico no estado da Pensilvânia, próximo a sua cidade natal. O pronunciamento impactou levemente o mercado financeiro porque vai em direção contrária ao “America’s First” (América Primeiro) de Donald Trump. Próximo ao pronunciamento, o S&P 500, índice que compõe 500 ativos nas bolsas americanas Nasdaq e NYSE, sofreu uma queda pequena, inferior a 100 pontos e nesta sexta-feira, 10, continua operando em ligeira baixa, de 0,7%. Apesar de o discurso ter sido claramente anti-mercado, a influência nas bolsas não foi maior porque o favoritismo de Biden ainda não é significativamente maior ao de Trump nos colégios eleitorais. “Durante essa crise, Donald Trump focou quase singularmente nas bolsas, no Dow Jones e na Nasdaq, não em vocês, nas suas famílias”, disse Biden em seu discurso.

A eleição de Biden preocupa bastante o mercado porque, como ex-vice-presidente de Barack Obama, pretende dar continuidade ao programa democrata, que prioriza o bem-estar social em detrimento ao mercado financeiro. Sob o protecionismo conservador do presidente Donald Trump que apertou o cerco aos imigrantes e extinguiu o “Obama Care”, programa de saúde gratuito às pessoas mais vulneráveis, as moradias se valorizaram, a confiança dos investidores aumentou e a inflação se manteve em patamares baixos. Tudo isso contribuiu para que, antes da Covid-19, a economia dos Estados Unidos acelerasse e conquistasse as taxas de desemprego mais baixas dos últimos 50 anos.

Biden, por sua vez, coloca em primeiro lugar a proteção às camadas mais pobres, aumento do emprego, investimento em infraestrutura e maior salário para professores, tudo isso, entretanto, seria contrabalanceando com o aumento de impostos. “Trump diminuiu bastante as regulamentações, do sistema financeiro, do meio ambiente, tudo isso deixou o mercado mais livre. Biden preocupa muito o mercado porque junto com esse aumento de tributos deve vir um possível aumento nas regulamentações”, diz Adriano Canteva, sócio da Portofino Investimentos.

Para ler a reportagem completa, clique aqui.