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Dólar recua e bolsa sobe em meio a cenário internacional menos tenso

Dólar recua e bolsa sobe em meio a cenário internacional menos tenso

O ambiente mais ameno que começou a emergir nos mercados globais, aliado às sinalizações do Banco Central de tranquilidade quanto à inflação, abriu espaço para um ajuste nos ativos de risco.

O dólar devolveu parte da alta de 6,81% acumulada nos últimos quatro pregões e encerrou em baixa de 1,38%, a R$ 5,5095. Apesar da queda firme, a moeda americana chegou a tocar R$ 5,6238 na máxima do dia. Outras divisas tiveram um pregão parecido. Após apontar alta superior a 1% contra o peso mexicano pela manhã, o dólar inverteu e caiu 0,96%.

Já o Ibovespa fechou em alta de 1,33%, aos 97.012 pontos. Na máxima, aos 97.955 pontos, a valorização chegou a 2,31%. Assim, o principal índice de ações da bolsa brasileira descolou do exterior, onde os ganhos foram mais tímidos. O Dow Jones subiu 0,20%, S&P 500 avançou 0,30% e o Nasdaq ganhou 0,37%.

Por trás desse alívio, participantes de mercado citaram declarações da líder dos democratas na Câmara, Nancy Pelosi, de que o partido está disposto a negociar um pacote fiscal de US$ 2,2 trilhões. A afirmação ajudou a frear preocupações de que o tema tivesse sido escanteado após a morte da juíza da Suprema Corte, Ruth Bader Ginsburg, disparar uma corrida sobre a sucessão.

Além disso, um dado da economia americana também ajudou a interromper a tendência recente da moeda americana, em especial contra o euro. Segundo o Departamento de Trabalho dos EUA, os pedidos iniciais somaram 870 mil na semana passada, acima da previsão de 850 mil. “O mercado se acalmou porque um pouco da nuvem negra passou, mas seguem os riscos fiscais”, afirma Thomás Gibertoni, especialista da Portofino Multi Family Office.

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Mercados passam por correção; Bolsa sobe e dólar cai

Mercados passam por correção; Bolsa sobe e dólar cai

O Ibovespa fechou em alta de 1,33%, aos 97.012,07 pontos, recuperando parte das perdas de ontem sustentado principalmente por ações do setor financeiro e acompanhando a melhora das Bolsas norte-americanas.

No entanto, o índice mostrou certa volatilidade ao longo do pregão com o cenário externo ainda de cautela em meio aos alertas dados pelo presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), Jerome Powell, e à espera pelo pacote de estímulos econômicos nos Estados Unidos, além de monitorar o aumento de casos de coronavírus. O volume total negociado foi de R$ 25,4 bilhões.

“As Bolsas norte-americanas deram uma melhorada em relação à abertura do pregão e os papéis de bancos, que caíram ontem, estão subindo hoje. Mas não há novidades no cenário”, disse o economista-chefe da Codepe Corretora, José Costa.

Investidores voltaram a buscar ações mais baratas após as quedas da Bolsa nos últimos dias, que fizeram o índice voltar à faixa dos 95 mil pontos ontem. Os papéis do setor financeiro se destacaram, caso do Itaú Unibanco (ITUB4 2,44%). As maiores altas do Ibovespa foram do IRB Brasil (IRBR3 12,38%), que avançaram na esteira de ganhos de ontem, quando divulgou dados positivos, além dos papéis da B3 (B3SA3 5,51%), da Qualicorp (QUAL3 4,96%) e da Petro Rio (PRIO3 4,73%).

Ao lado da Petro Rio, os papéis da Petrobras (PETR3 0,84%) também passaram a subir mais acompanhando a alta dos preços do petróleo, embora tenham reduzido ganhos perto do fim o dia.

Na contramão, as maiores perdas do índice foram da CSN (CSNA3 -1,80%), da Localiza (RENT3 -1,66), que devolveram as fortes altas de ontem após anúncio de incorporação da Unidas, e da Suzano (SUZB3 -1,71%).

No exterior, as Bolsas norte-americanas fecharam em leve alta após volatilidade ao longo do dia. Para a economista-chefe da Reag Investimentos, Simone Pasianotto, algum pacote de ajuda deve sair “para acalmar ânimos” no país e após Powell alertar que o apoio fiscal do governo é necessário para que a economia continue se recuperando. No entanto, acredita que ele pode não ser do tamanho esperado pelo mercado e será preciso acompanhar as negociações entre democratas e republicanos.

Pasianotto destaca ainda que, mais cedo, dados mostraram que os pedidos de seguro-desemprego voltaram a subir na última semana, mantendo dúvidas sobre o ritmo da retomada econômica nos Estados Unidos.

Para o especialista da Portofino Investimentos, Thomás Gilbertoni, as notícias e preocupações em torno do aumento de casos de contaminação pelo coronavírus em países da Europa, principalmente, corroborou para a recuperação das moedas emergentes na sessão. “Nos últimos dias, tivemos uma forte desvalorização [dessas moedas] baseada no aumento de casos de covid-19 no mundo”, diz.

Gilbertoni pondera que, como a semana foi “muito ruim” para os ativos globais, amanhã “pode ser que seja pouco melhor”, com tendência para o dólar ter movimento lateral em sessão, normalmente, de menos negócios e com a agenda de indicadores esvaziada. “Mas uma discussão mais aprofundada, mais notícias sobre o pacote de estímulo fiscal nos Estados Unido pode fazer preço”, acrescenta.

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Ibovespa sobe com exterior e posição do BC sobre inflação

Ibovespa sobe com exterior e posição do BC sobre inflação

A sessão desta quarta-feira foi de alta firme do Ibovespa, a despeito de um desempenho mais tímido em Nova York. A causa está exatamente no cenário local, onde sinalizações do Banco Central de “absoluta tranquilidade” com a inflação resultaram em uma desaceleração da curva de juros de longo prazo. O fato de o índice cair quase 40% em 2020, em dólar, também ajuda no desempenho, já que a bolsa brasileira está com preços menos esticados do que no exterior.

Após ajustes, o Ibovespa fechou em alta de 1,33%, aos 97.012 pontos. Na máxima, aos 97.955 pontos, a valorização chegou a 2,31%, enquanto na mínima, aos 95.653 pontos, o recuo foi de apenas de 0,09%.

Em Nova York, a sessão foi marcada pela volatilidade diante das incertezas relacionadas ao desempenho da economia global e sobre um novo pacote de estímulos. Durante a tarde, o viés positivo começou a ser trilhado com declarações da presidente da Câmara, Nancy Pelosi, de que haverá uma nova rodada de negociações.

No fechamento, Dow Jones subiu 0,20%, S&P 500 avançou 0,30% e o Nasdaq subiu 0,37%.

A menor aversão ao risco no exterior contribuiu para o Ibovespa, mas foi o cenário local que ditou o ritmo dos negócios.

Logo pela manhã, o Banco Central divulgou o relatório Trimestral de Inflação (RTI), com perspectivas de que o IPCA seguirá abaixo da meta em 2021. Além disso, o presidente da autarquia, Roberto Campos Neto, disse que o BC tem “absoluta tranquilidade” com a inflação e que pressões recentes de preços devem ficar circunscritas a este ano.

“O mercado se acalmou porque um pouco da nuvem negra passou, mas seguem os riscos fiscais”, afirma Thomás Gibertoni, especialista da Portofino Multi Family Office.

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Ibovespa opera em alta em movimento de ajuste

Ibovespa opera em alta em movimento de ajuste

O fato de concentrar perdas de 40% em 2020, em dólar, e o alívio na curva de longo prazo dos juros futuros são os responsáveis pela valorização do Ibovespa neste pregão, a despeito de um desempenho tímido em Nova York e perdas na Europa.

Às 13h30, o Ibovespa operava em alta de 1,44%, aos 97.113 pontos, próximo da máxima do dia, de 97.166 pontos. Na mínima, aos 95.653 pontos, o índice chegou a cair 0,09%, em linha com uma abertura negativa em Nova York.

O volume financeiro totalizava R$ 7,6 bilhões, com projeção de atingir R$ 20,34 bilhões até o fim do dia.

Em Nova York, o Dow Jones sobe 0,06%, o S&P 500 tem alta de 0,32% e o Nasdaq avança 0,84%. Já o EEM, principal fundo de índice (ETF) de mercados emergentes, recua 0,53%, o que mostra o menor apetite pelos ativos mais arriscados.

Ne Europa, o índice Stoxx 600 cai 1,05% e a Bolsa de Londres tem baixa de 1,27%.

No exterior, os investidores seguem cautelosos com o aumento dos casos do coronavírus, com impacto sobre o ritmo de retomada das economias.

No Brasil, o reflexo é visto nas ações das exportadoras, como CSN ON, Minerva ON e Usiminas PNA, que recuam 2,36%, 1,14% e 1,05%.

Embora o temor sobre a atividade global exista, a bolsa brasileira tem um pregão em alta. A explicação, segundo profissionais do mercado, está em um certo alívio local e no fato de a bolsa brasileira já ser penalizada desde agosto.

“A bolsa brasileira saiu na frente na queda e não teve esse rali como o S&P depois da crise. Então, o Ibovespa tem um valor menos esticado das ações”, afirma Thomás Gibertoni, especialista da Portofino Multi Family Office, detalhando que enquanto o mercado subia no exterior, o Ibovespa já recuava com riscos fiscais e ruídos políticos.

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Ibovespa sobe, mas perde fôlego com exterior; dólar vai a R$ 4,27

O Ibovespa continua seguindo o mercado externo e na última hora já imprime a mesma volatilidade vista nos mercados americanos, que passa por uma manhã de perdas e ganhos após alcançar novas máximas históricas. Por aqui, os fundamentos de Brasil seguem consistentes para o mercado e a relativa tranquilidade em relação ao coronavírus também ajudou a bolsa a subir, mas agora a tendência é de moderação de ganhos. Às 13h55, o Ibovespa subia 0,06%, aos 116.096 pontos.

Nas máximas, o índice chegou aos 117.382 pontos, dimensionando a força vista mais cedo. Outro ponto que chama atenção hoje é o giro financeiro, que já soma R$ 8,8 bilhões, um volume muito forte para esse horário. Caso continue assim, serão movimentados um total de R$ 23,2 bilhões até o fim da sessão.

Para ler a reportagem completa, com a participação de nosso sócio Adriano Cantreva, clique aqui.

Para gestores, risco de bolha na bolsa ainda é distante, mas requer atenção

Desde ontem há uma nova discussão pairando no mercado financeiro: a possibilidade da iminência de uma bolha, aventada por Luis Stuhlberger, presidente da Verde Asset Management, durante evento em São Paulo. Para ele, a busca por ativos mais rentáveis tem pressionado a bolsa.

No entanto, outros gestores acreditam que ainda é cedo para temer a existência de uma bolha, ainda que haja necessidade de prestar atenção a alguns preços específicos.

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