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Portofino Multi Family Office

 

Aplicar seus recursos em investimentos internacionais é uma ótima maneira de diversificar seus investimentos e obter um retorno ainda maior com aplicações financeiras. Afinal, os ganhos são em dólar, uma das moedas mais fortes do mundo.

Do mesmo modo, é uma ótima oportunidade de acessar mercados mais maduros que o brasileiro, outros emergentes e também ações e índices compostos por grandes empresas dos mais diversos setores, como tecnologia, healthcare, consumo, bancário, entre outros, contribuindo com a proteção e crescimento do seu patrimônio.

Se você já possui uma carteira equilibrada e está pensando em otimizar os ganhos, essa pode ser uma alternativa interessante de médio e longo prazo.

O que são investimentos internacionais?

Os investimentos internacionais consistem em uma forma de aplicar dinheiro em mercados, índices e ativos de outros países e, assim, ter uma rentabilidade em moedas mais valorizadas como o dólar, Euro, Libra, Marco Alemão, entre outras.

Esta categoria de estratégia tem sido bastante procurada por brasileiros, que procuram evitar a perda de patrimônio provocada por crises econômicas e a instabilidade política que impactam o nosso país, bem como a desvalorização do real.

Ademais, o cenário internacional oferece uma diversidade muito maior de ativos e ações se compararmos com o mercado local.

Por que diversificar a carteira de ativos com investimentos internacionais?

A vida financeira da grande maioria dos investidores brasileiros está atrelada ao que chamamos “Risco Brasil”, ou seja, são fundadores, sócios ou assalariados por empresas sediadas no país, possuem imóveis, sejam eles para moradia, passeio ou investimento, também no Brasil e grande parte de seu patrimônio líquido investido e custodiado por corretoras e bancos nacionais. As incertezas político-econômicas do nosso país torna esse risco ainda maior e a alternativa de enviar recursos para fora é um meio de descorrelacionar os seus recursos financeiros.

Seguindo esse pensamento, o cenário de investimentos no exterior nunca esteve tão favorável. Afinal, vivemos uma época em que as taxas de juros estão mais baixas e a cotação do dólar americano não para de subir frente ao real. Nesse sentido, quem opta por diversificar sua carteira com ativos internacionais, pode correr menos riscos e obter uma rentabilidade maior, principalmente para estratégias com maior horizonte de tempo.

Ou seja, o investidor consegue diversificar seus investimentos com maior abrangência e liquidez, proteger seu patrimônio diante de crises nacionais e ainda ter ganhos reais sobre o capital.

Se antes os brasileiros tinham a impressão de que operações internacionais eram algo “fora da lei”, devido à presença constante da palavra “offshore” na mídia como protagonista em notícias sobre ocultação de patrimônios provenientes de ações criminosas, hoje vemos o contrário. Aqui na Portofino Multi Family Office você pode ter acesso a diferentes veículos financeiros e investir nos mais altos padrões e pré-requisitos regulatórios.

De acordo com estudo da InfoMoney, apenas nos primeiros cinco meses de 2020 os brasileiros investiram mais de US$ 3,4 bilhões mercados internacionais, por que não seguir esse mesmo caminho?

 Quais os benefícios de ter investimentos internacionais?

 Apesar dos ativos estrangeiros proporcionarem segurança e maior rentabilidade, suas vantagens vão além. Veja a seguir:

 Mais oportunidades de aplicações

 Enquanto no mercado brasileiro é possível investir em ações de apenas 400 empresas, nos Estados Unidos esse número ultrapassa 6 mil.

 Ou seja, o investidor internacional tem uma maior diversificação de investimentos e a possibilidade de aplicar recursos em inúmeros ativos, dos mais tradicionais aos alternativos, de diversas empresas e segmentos.

 Aplicar em mercados mais maduros

 Mercados como o norte-americano e o europeu possuem experiências não só em períodos de alta, mas também em momentos de crises e pânico. Se analisarmos a crise causada pela pandemia, no ano passado, a economia americana, com ações rápidas do FED (Federal Reserve, o Banco Central americano), foi uma das primeiras a colocar em prática iniciativas de recuperação, em plena corrida eleitoral.

 Sabemos que os países do primeiro mundo estão muito mais estruturados economicamente do que o nosso. Assim, eles oferecem mais segurança, principalmente no longo prazo, para os investidores.

 Montar uma carteira com ativos que não encontramos no Brasil

 Outra vantagem de investimentos internacionais consiste no fato de poder investir em ativos específicos de outros países, como os papéis da Berkshire Hathaway. A empresa, de Warren Buffett, localizada em Nebraska, que teve um crescimento de 23% em 2020.

 Além disso, existem classes de investimentos pouco explorados no Brasil, como os ADRs, ETFs setoriais, commodities e fundos de hedge, venture capital, private equity, real estate, as alternativas são inúmeras.

 Maior proteção ao viés local

 Os investimentos internacionais ainda garantem mais preservação de capital. Ou seja, a capacidade do poder de compra que um investidor tem no longo prazo.

 Nos últimos 20 anos, a inflação subiu 250% no Brasil, enquanto nos Estados Unidos não ultrapassou 53%. Nesse sentido, o brasileiro perdeu cinco vezes mais o seu poder de compra e os investimentos em dólar tiveram uma maior proteção.

 Do mesmo modo, ter recursos alocados em mercados estrangeiros, garantem a rentabilidade do capital mesmo enquanto se enfrenta crises políticas ou sanitárias em seu próprio país.

 Diversificação qualificada

 Investir no exterior também permite uma diversificação não só geográfica, mas também econômica e de ativos, afinal hoje em dia, só o fuso horário separa os mercados.

 Primeiramente, os investimentos internacionais oferecem ao investidor exposição global. Eles também possibilitam o acesso às diversas moedas, inclusive as consideradas mais seguras, como o franco suiço e o iene japonês.

 Além disso, o investidor consegue buscar diversos ativos que proporcionem redução de risco e ainda oferecem um maior retorno. A maioria deles não são tão comuns no Brasil, como os ETFs ou Commodities.

 Ganhos com variação cambial

 Ter uma carteira de ativos exposto às moedas internacionais, como o dólar, representa um menor impacto dos efeitos da inflação local, lucra com ganhos da rentabilidade convencional, além de possíveis ganhos excedentes com a valorização das moedas

 Vale a pena montar uma carteira de investimentos internacionais?

 Com certeza. Hoje o Brasil representa apenas 3% dos mercados financeiros internacionais. Ao investir no exterior, o investidor passa a acessar outros 97% de possibilidades e oportunidades, além de se proteger dos momentos de crise e incertezas locais. Isso sem falar nos possíveis ganhos excedentes com valorização das moedas.

 Aqui na Portofino, estamos preparados para apoiá-lo a navegar em outros mercados com segurança, resultados e um alinhamento exclusivo aos seus objetivos. Somos uma das poucas gestoras de patrimônio brasileiras com escritório e estrutura no exterior, isso nos fornece uma conexão direta com o que de melhor existe lá fora. Além disso, muita experiência. Adriano Cantreva (foto), sócio Portofino que nasceu no Brasil, mas viveu muito mais no exterior, conhece como ninguém os mercados financeiros globais e já dirigiu empresas como JP Morgan, Itaú, XP Inc, entre outras.

 

Experiência e presença internacional.

 

 Os benefícios que nosso time de Nova York poderá te oferecer são inúmeros, a começar pelo suporte bilíngue, relatórios unificados com as suas posições locais e internacionais, acesso a plataformas com os menores custos transacionais, tudo para apoiá-lo na construção de um futuro financeiro equilibrado para a sua família e para você. Hey ho, let´s go!

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ADRIANO CANTREVA, Sócio – Portofino (NY EUA) é Engenheiro Industrial (Poli USP), com mestrado em Estudos Internacionais pela Pennsylvania University Lauder Institute e MBA em Administração pela Wharton School. Com mais de 30 anos de experiência nos mercados financeiros internacionais, dirigiu empresas como XP Inc, Itaú e Goldman Sachs. Vive em Nova York, onde é responsável pelo escritório local e operações internacionais Portofino.