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O que você precisa saber:

  • Um dos mais tradicionais no mercado de vinho, o Chile agora conta com adegas subaquáticas
  • O projeto também tem como objetivo virar experiência turística
  • As condições do fundo do mar reproduzem características semelhantes às adegas subterrâneas

Essa história é para os amantes de vinho!

Para muitos viajantes, visitar vinícolas em diferentes cidades e países é quase um ritual. No Chile, porém, um projeto decidiu ir além do roteiro tradicional: levar o envelhecimento do vinho para debaixo d’água.

Ao redor da Ilha Locos, mergulhadores armazenam garrafas de vinho como parte de um programa pioneiro de envelhecimento subaquático promovido por empreendedores ligados a um centro de mergulho local.

A uma profundidade entre 10 e 20 metros, as garrafas permanecem submersas em gaiolas de metal por um período que varia de oito meses a um ano.

A técnica não é exatamente nova no mundo. Há décadas, produtores exploram o ambiente marinho como alternativa às adegas convencionais. No Chile, entretanto, a iniciativa é inédita e chama atenção em um país que está entre os principais exportadores de vinho do planeta e possui mais de 4 mil quilômetros de litoral.

Segundo os idealizadores, as condições no fundo do mar ajudam a reproduzir características semelhantes às de uma adega subterrânea tradicional: temperatura média em torno de 11 °C, baixa incidência de luz e estabilidade natural. 

No vai-e-vem das ondas, o projeto é mais do que uma aposta enológica, ele também mira o turismo. A expectativa é transformar o envelhecimento subaquático em experiência: uma nova parada no mapa de quem viaja em busca de histórias para brindar.

Confira no link abaixo um vídeo com imagens da adega.

Empresa do Chile envelhece vinhos em adegas subaquáticas